30 de abr. de 2018
Chamada para a antologia "Fantásticos"
15 de dez. de 2017
Sorteio Blogueiras Unidas
Daí, convidamos uma galera linda para participar de um sorteio coletivo de responsa!
11 de set. de 2017
Entrevista para o canal da Lu Evans
18 de ago. de 2017
Meu conto em destaque no SobrEscrever
1 de ago. de 2016
Aplicativo Kindle para smartphone e tablet
Essa postagem vai soar como propaganda, mas é uma dica que considero muito interessante. E que também vai me ajudar, já que eu trabalho muito com o formato e-book.
30 de mai. de 2016
Conheça o Profissionais do Livro
16 de mai. de 2016
Don't Panic - evento em Recife
26 de nov. de 2015
Adaptação de The Expanse estreia na TV
5 de nov. de 2015
Enquete e sorteio de marcadores de "Minha Última Chance"
14 de ago. de 2015
De que tamanho é um livro? (ou A diferença entre conto, noveleta, romance, etc)
31 de jan. de 2013
Matéria no jornal O Estado RJ
27 de out. de 2012
Metal Hurlant Chronicles
6 de abr. de 2012
Constant Payne
16 de dez. de 2011
Resultado da enquete
30 de abr. de 2011
Elementais - lançamento Infinitum
Gabriel e Felipe, irmãos gêmeos de 14 anos que vivem no litoral do Rio de Janeiro, ficam sabendo através de seus amigos Leonardo e Sérgio sobre uma brincadeira peculiar que tem ganhado fama pelo bairro todo, chamada “Elemental”. Os gêmeos são convencidos por seus amigos a irem até o infame Píer Élida, onde, à noite, reúnem-se adolescentes considerados subversivos, insolentes e barra-pesada, além de serem praticantes da misteriosa brincadeira.
Lá encontram Riko, uma garota japonesa que adverte com veemência o “líder” da pequena gangue de adolescentes do píer que pare com o que eles chamam de brincadeira, pois “Elemental” está longe de ser apenas diversão e transporta os jovens para uma batalha sem precedentes.
A série, rica em referências da cultura pop japonesa, filosofia e psicologia, mostra a jornada de jovens que despertam para um novo mundo. Para um novo entendimento. E para uma jornada pelos domínios do passado, do amor, da amizade e de si mesmos…
11 de dez. de 2010
Os Almanaques Disney Voltaram
Confesso que fiquei preocupado com o futuro do pessoal de Patopólis (sabem como é, tudo que remete a infância, mexe com a gente)
12 de out. de 2010
New Game
Passatempo que, por sinal tem uma grande influência na minha obra.
Também pudera, eu já tive um Atari 2600, depois um Nintendinho, e aí segue a evolução com o Super Nintendo, Play Station 1 e agora estou no Play Station 2, onde eu devo ficar mais algum tempo devido a questões financeiras...
Bom, quero compartilhar com vocês alguns links sobre o mundo dos games.
Game Up - é um programa que vai ao ar pela ESPN Brasil, tem notícias, reviews, reportagens. No site dá pra assistir o programa completo sem pagar nada.
Game Trailers - site que é referência quando se trata de previews, novidades e video reviews. Também tem o impagável Angry Video Game Nerd, que detona os piores jogos de todos os tempos. Mas é tudo em inglês.
Game FAQs - outro site em inglês. Tem um gigantesco acervo de dicas (cheats), saves pra baixar e detonados (walktroughs) detalhados.
Por hoje é só, e no próximo post voltaremos a programação normal.
3 de ago. de 2010
Documentário Sobre a Carreira de Grant Morrison
O filme percorre os 30 anos da carreira de Morrison, um dos melhores roteiristas da atualidade. No currículo do cara estão clássicos como Homem-Animal, Invisíveis, Grandes Astros Superman e atualmente está fazendo um trabalho espetacular na revista americana Batman & Robin.
No vídeo abaixo, Grant fala sobre seu inusitado encontro com um fã vestido de Super-Homem e como isso o inspirou a escrever Grandes Astros Superman.
21 de jul. de 2010
Palestra: A Arte de Contar Histórias
Quem quiser assistir ao vídeo basta visitar o blog do Angel clicando aqui.
6 de jul. de 2010
A Pior HQ de Todos os Tempos
O pior gibi da história? É o que sites como o Savage Critic têm dito sobre Justice League: The Rise of Arsenal #3. Há duas cenas da HQ que circulam pela web para exemplificar o caso: uma em que Arsenal está com cara de poucos amigos após brochar com a namorada, e outra em que luta contra uma gangue para defender um gato morto que, no meio de uma alucinação, ele acredita ser sua filha morta. No site Bleeding Cool você vê algumas imagens.
A minissérie deveria tratar do renascimento de Arsenal - Roy Harper, o antigo Ricardito, parceiro do Arqueiro Verde - após os eventos da minissérie Justice League: Cry for Justice (execrada lá fora). Roy teve um braço cortado pelo vilão Prometeu - o mesmo que também matou sua filha durante a destruição de Coast City.
Na mini, o herói ganha um novo braço biônico, prontamente oferecido por seus amigos heróis, e tenta lidar com suas outras perdas. Desde a edição 1 está tendo alucinações que o puxam para as drogas - e vale lembrar que ele já foi o super-herói drogado mais famoso dos quadrinhos, na década de 70.
A minissérie, porém, é um desastre. Não há motivo para ela existir, na verdade - é um arco que se resolveria em poucas páginas, e com menos situações constrangedoras. O roteiro é uma piada. Os diálogos não chegam a ser do estilo tão-ruins-que-são-bons - são simplesmente rasos. E os desenhos, totalmente inconstantes de quadro a quadro - veja a sequência da brochada, por exemplo.
Mas o que chamou atenção dos resenhistas que a tacharam de pior HQ da história é a inconsistência da obra toda. Numa história sobre perda e recuperação, viram piada cenas que deveriam ter um grande peso dramático.
A DC tem se esmerado em HQs ruins nos últimos tempos. Não se vê investimento da editora em bons escritores, mas sim em uma leva de novatos pouco promissores - desde que consigam entregar um roteiro em poucos dias, atendendo mandos e desmandos editoriais. Da mesma forma, a política oficial de “melhor um gibi mal desenhado do que um gibi atrasado” gera aberrações. Rise of Arsenal é o cúmulo.
fonte:omelete.com.br










