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29 de mai. de 2017

Tag literária: Eu nunca...


Não costumo postar brincadeiras de tags por aqui, mas gostei dessa que vi no blog Minhas Escrituras, da colega Diana Canaverde. Quem quiser brincar também, não deixe de me marcar.

1. “Eu nunca li isso”Um livro que você não leu, mas que aparentemente todo mundo já.


Boa parte dos meus amigos já leu e sempre vejo críticas positivas sobre ele. Acho até que eu gostaria se lesse, mas de uns tempos para cá não tenho curtido livros de fantasia medieval mais tradicionais.

2. “Eu nunca li algo tão maravilhoso” – O seu livro favorito.


Aí está um ótimo exemplo de um livro de fantasia que rompe paradigmas. Não se destaca por batalhas épicas, cenários além da imaginação ou elementos fora do comum. O grande destaque aqui são os personagens, em especial o nosso herói bastardo: FitzCavalaria Visionário.

3. “Eu nunca imaginei que conseguiria terminar isso” – Um livro ou uma série que você não curtiu, mas foi até o fim.



Sempre ouvi falar muito bem, só que quando fui ler me decepcionei. Não que seja de todo mau, mas acabei lendo até o fim só por curiosidade mesmo.

4. “Eu nunca vou terminar isso” – Um livro ou uma série que você abandonou.


Adoro essa série! A escrita é ótima, a narrativa tem um ritmo envolvente e o mundo criado pelos autores é sensacional. Terminei os três primeiros volumes satisfeito. Então fiquei sabendo que a série ia ser prolongada até o volume 9. É demais pra mim, já basta os livros do Martin.

5. “Eu nunca vou me arrepender de ter lido isso” – Um livro que você leu por recomendação de alguém e acabou gostando.



Peguei essa recomendação com a Domenica Mendes do Leitor Cabuloso, e foi uma bela dica! Excelente triller policial, mas também é um livro muito denso e pesado, por conta dos problemas psicológicos da protagonista.

6. “Eu nunca quero ter que admitir que li isso” – Um livro que você tem vergonha de ter lido ou de ler em locais públicos.



Um ótimo livro de um dos meus autores favoritos. Está aqui porque o Follett pesou a mão mais do que o necessário nas cenas de sexo. Não tenho problema com cenas de sexo, mas aqui elas chegam a ser pornográficas em alguns momentos.

7. “Eu nunca li algo tão fofo” – Um livro que tocou seu coração.



Adorei demais essa leitura. É um romance pé no chão e bem gostoso, temperado com quadrinhos dos X-Men e Watchmen.

8. “Eu nunca ri tanto” – Um livro que te fez rir alto.



Dos livros do Jô Soares, esse é de longe o meu favorito. Com um vilão impagável e um herói super cara-de-pau.

9. “Eu nunca teria sobrevivido minha infância sem ter lido esse livro” – Um livro favorito da sua infância.



Esse tópico dispensa comentários. A turminha é sempre a turminha. Para vocês terem uma ideia, antes de ir para a escola eu já tinha aprendido a ler com as revistas da Turma da Mônica.
Os quadrinhos Disney ocupam o segundo lugar no meu coração. Um detalhe é que o universo retratado nessas HQs é bem diferente do que se vê nos desenhos animados. Adoro!

18 de mar. de 2017

[Dicas para escrever] Os 12 passos da Jornada do Herói


Tudo culpa de Joseph Campbell. Especialista em folclore, mitologias e religiões, Campbell compreendeu que a maioria dos mitos e lendas mais populares compartilhavam diversos elementos entre si. Em 1989, ele compilou seus estudos na forma do livro O Herói de Mil Faces, e no ano seguinte lançou O Poder do Mito.

Nesses livros, Campbell organiza os elementos mais comuns às narrativas épicas na forma de doze etapas, as quais chamou de A Jornada do Herói. De lá para cá, estudar essa jornada passou a ser "obrigatório" para todos os autores de ficção. Aos mesmo tempo em que muitos (inclusive eu) veem a Jornada do Herói como uma valiosa ferramenta, não falta quem torça o nariz, considerando-a ultrapassada e repetitiva.

Abaixo estão as doze etapas da Jornada do Herói e uma breve análise sobre como ela foi utilizada em duas obras bastante populares: Matrix e Jogos Vorazes. Leia, por sua conta e risco, e tire suas próprias conclusões (para quem leu o meu Arcanista fica o desafio: conseguem apontar como cada etapa está presente no livro?).

Uma última coisa antes de começar. Ao contrário do que os críticos da Jornada - e escritores preguiçosos - possam pensar, não se trata de uma fórmula mágica, que deva ser seguida à risca. Observando obras que utilizam a Jornada do Herói não é difícil encontrar etapas sendo subvertidas ou até revertidas, e nem sempre os passos vem na "ordem certa".

16 de jan. de 2017

[Filme] Assassin's Creed


Como água e óleo, games e cinema teimam em não se misturar. A lista de adaptações de jogos para a telona é mais extensa do que parece e há mais para se lamentar do que comemorar.

Temos grandes produções que renderam filmes fracos, como Doom e Mortal Kombat; produções menores pra lá de duvidosas como The King of Fighters, Tekken e Dead or Alive; e obras imperdoáveis como Street Fighter e Super Mario Bros.

Mas existem sim, bons longas, e estes se dividem em duas categorias. Final Fantasy VII: Advent Children, Need for Speed e Warcraft tiveram seu foco nos fãs, enquanto Resident Evil e Tomb Raider optaram por jogar fora todo o material original e criar algo novo do zero.

Assassin's Creed é uma produção que busca ficar num meio termo entre essas duas abordagens, tentando ser um filme voltado para o grande público, mas respeitando suas origens. Como gamer e fã da franquia eletrônica, acredito que tenham sido bem sucedidos.

A trama acompanha a saga de Callum Lynch, um criminoso levado contra sua vontade para as instalações da Abstergo, uma organização que pretende investigar a memória genética guardada em seu DNA. A intenção é acessar informações sobre a vida de Aguilar, um antepassado de Callum que viveu durante a Inquisição Espanhola.

Apesar da premissa ser bastante semelhante aos games, o filme segue um caminho distinto, focando a história no presente (ainda que o passado tenha sua própria trama). O roteiro acerta ao não tentar comprimir a complexa mitologia dos Assassinos, focando apenas nos elementos necessários para compreender as jornadas de Callum e também de Aguilar.

O diretor Justin Kurzel encontra ótimas soluções para compensar o orçamento limitado e consegue criar uma identidade visual própria. É nas cenas de ação que as referências ficam óbvias, recriando com perfeição as acrobacias mirabolantes vistas nos jogos.

Ao mesmo tempo em que é um projeto ambicioso, Assassin's Creed funciona como uma boa diversão descompromissada. Acredito que deve agradar tanto aos gamers quanto o grande público e até consigo ver um paralelo entre esse filme e o X-Men de 2001, que abriu as portas para a invasão dos super-heróis no cinema.

18 de jul. de 2016

[Resenha Especial] Novas HQs Hanna-Barbera

O que dizer sobre a Hanna-Barbera? O que dizer sobre tantos personagens icônicos? Scooby-Doo, Os Flintstones, Os Jetsons, Jonny Quest, Space Ghost, Herculóides e a lista continua... Hoje, o estúdio é parte do grupo Warner, assim como a DC Comics. Ano passado a editora anunciou um projeto, uma reformulação do universo Hanna-Barbera na forma de quatro novas revistas.

Aqui entre nós, me considero um grande fã da Hanna-Barbera. Conheço os personagens e ainda assisto os desenhos ocasionalmente. Quando fiquei sabendo dos novos títulos, olhei para essa ideia com curiosidade e passei a esperar cada HQ com diferentes níveis de expectativa.

Agora que todos os títulos já foram lançados, trago as minhas impressões sobre a primeira edição de cada um. Não espere comentários do tipo "por que colocaram tatuagens no Salsicha?" ou "estão matando os personagens" ou ainda "mimimi, mimimi, mimimi". Tem muito disso internet afora. Meu foco vai ser nas HQs em si, listadas abaixo em ordem de lançamento.

20 de jun. de 2016

[Dicas para escrever] Os 6 tipos de conflito na ficção

Já abordei a questão do conflito por alto há muito tempo, hoje quero me aprofundar um pouco mais no tema. Toda ficção precisa de algum tipo de conflito, independente de ser uma aventura épica, um romance adolescente ou uma fábula. O conflito cria tensão e mantém o interesse do leitor. Sem esse elemento, Chapeuzinho Vermelho seria a história de uma menina que passa o dia com a avó e depois volta para casa.

Embora seja possível encontrar diversos estudos sobre o assunto, é amplamente aceito que existem 6 tipos básicos de conflitos na literatura e na ficção em geral. É absolutamente comum que uma narrativa traga mais de um tipo de conflito, normalmente um deles é escolhido pelo autor como principal, mas outros também estão presentes em diferentes níveis...

7 de mai. de 2016

#MãesDaFicção AMY POND #FelizDiaDasMães


Para celebrar o Dia das Mães, meu blog foi convidado a participar de uma iniciativa: fazer um post sobre uma mãe da ficção, e qualquer um pode participar, seja em blogs ou postagens nas redes sociais, basta marcar com a hashtag #MãesDaFicçãoAo invés de trazer de volta, uma das cinco mães que listei no meu Top 5, achei que seria mais interessante apresentar outra supermãe.

E olha que a minha indicada tem um currículo invejável. Ela é conhecida como A-Garota-Que-Esperou, ela viu o centro da Terra e visitou os confins do Universo (e até esteve fora dele), passou dois mil anos dentro de uma caixa e ajudou a salvar, não só o nosso planeta, mas todo o continuum espaço/tempo... mais de uma vez. E além de tudo isso, vivenciou a maternidade. Estou falando de Amy Pond (Karen Gillan), uma das companions de Doctor Who.

Ao longo de mais de meio século, o Doutor teve inúmeras companheiras de viagem em sua máquina do tempo, a TARDIS. Inúmeras mesmo, mais de 50 segundo levantamentos. Ainda assim, no meio de tantos rostos, Amy consegue se destacar por vários motivos. Enquanto muitas das companions "brincavam" de flertar, Amy tinha uma relação de cumplicidade bem diferente com o Doutor e os whovians puderam acompanhar boa parte da vida d'A-Garota-Que-Esperou, criando um laço especial com ela.

A primeira vez que a encontramos, ela era apenas uma menina de 7 anos com uma fenda dimensional na parede de seu quarto (nessa aparição inicial, a personagem é vivida por Caitlin Blackwood). Quando o Doutor volta a encontra-la, Amy já é uma jovem adulta, mas ainda conserva um jeito brincalhão e até meio inconsequente. Aos poucos, porém, ela vai amadurecendo. A vemos assumir seu noivado com Rory Williams e, eventualmente, se casar com ele.

Aqui acontece outro ponto de virada, Amy e Rory tem sua noite de núpcias à bordo da TARDIS e ela engravida enquanto atravessavam o túnel do tempo. Obviamente, um bebê concebido em condições tão especiais chamaria a atenção e assim que nasce, a pequena Melody é sequestrada pela afetada Madame Kovarian. Apesar de todos os seus esforços, Amy e o Doutor foram incapazes de reencontra-la, ou assim pensavam. Após idas e vindas, eles descobrem que Melody, já adulta, sempre esteve por perto sob a identidade de River Song, uma aventureira casada com ninguém menos que o próprio Doutor (as maravilhas da viagem no tempo).

Amy permaneceu na TARDIS da quinta à sétima temporada de Doctor Who e durante esse período sua trama pessoal foi a norteadora do enredo da série, ao ponto de alguns se referirem a essa fase como The Pond Era. A personagem rendeu diversas indicações, além de render alguns prêmios à atriz Karen Gillan.

Com certeza, uma personagem que deixou sua marca na série e ainda vai ser lembrada por muito tempo.

Outros blogs que participaram com #MãesDaFicção

Tiozinho Nerd - Beatrix Kiddo 
Fanpage de Balthazaar Pacco - Daenerys Targaryen
Forja de Papel - Sinhá Vitória

6 de abr. de 2016

Top 5 - Porque gostei de Batman vs Superman


Atenção: esse texto não contém spoilers.

Poucas vezes vi um filme gerar tanta controvérsia quanto Batman vs Superman. Se o filme tem sido detonado pela maioria da crítica e boa parte do público, muita gente (incluindo eu) saiu do cinema entusiasmada. Nesse post, apresento os pontos que mais gostei no filme.

Claro que, de maneira nenhuma, quero desmerecer a opinião de quem não gostou. Só quero mesmo é alimentar um pouco mais a treta.


5 - Ambientação


Há quem critique os filmes da DC pelo fato de terem um tom mais pesado que os filmes da Marvel, mas isso não é nenhum demérito. É bom esclarecer que essa questão está mais ligada as filosofias de Warner Bros. e Disney do que às próprias editoras. Dito isso, não vejo problema algum em tons diferentes, ao contrário. Acho ótimo termos variedade. Pessoalmente, me agrada o estilo DC que, mesmo nos momentos mais exagerados, mantém um pé no chão.



4 - Estética


Sejamos francos: poucos dominam a estética cinematográfica como Zack Snyder. Você pode até questionar a habilidade dele como contador de histórias, mas é inegável que o cara manda bem demais quando o assunto é criar um conceito estético. Todos os elementos visuais se encaixam com naturalidade no mundo desenvolvido por ele. O que dizer de Doomsday ou desse batmóvel que parece saído de Arkham Knight?


3 - Emulação dos quadrinhos


Junte os uniformes, os cenários, os veículos e a narrativa. Batman vs Superman se sai muito bem na tarefa de recriar o clima das HQs, de uma forma que outros filmes de heróis DC nunca haviam conseguido. BvS evoca a mesma sensação de ler uma graphic novel, igualando-se a Vingadores nesse quesito. Só aquela cena linda com a Trindade reunida pela primeira vez na telona já faz o longa valer à pena.


2 - Mulher-Maravilha


A aparência certa, o porte físico certo, a atitude certa. Gal Gadot está simplesmente perfeita como Diana Prince. É notável como a atriz israelense já se sente à vontade na pele da super-heroína, dando vida a uma Mulher-Maravilha forte (em vários sentidos) e inteligente, além de sexy na medida certa. As expectativas para o filme-solo, que será lançado em 2017, foram parar nas alturas após esse primeiro contato.


1 - Batman


Eu também duvidava, mas no final das contas, Ben Affleck se mostrou um excelente Batman. Ele é obcecado, usa o medo como arma, age como detetive, paquera belas mulheres quando está como Bruce Wayne e tem tendências fascistas. Mesmo a violência exagerada é um traço comum nos arcos que apresentam o Morcegão mais velho, como é o caso da versão vista em BvS. Todos esses elementos fazem deste o Batman mais próximo às HQs já visto no cinema.

4 de abr. de 2015

O Drone Saltitante - Diversidade na Ficção


Pense nas obras que você curte na TV, cinema, quadrinhos, etc. Agora pense: em quantas dessas obras, a maioria absoluta dos personagens é de homens brancos heterossexuais? E quantos obras de autores negros você conhece?

Minha opinião é que a diversidade é uma questão sobre a qual todos os autores deveriam refletir.

Esse foi o tema de um excelente episodio d'O Drone Saltitante, um podcast de literatura que acompanho com frequência. Para esse debate, os apresentadores Igor Rodrigues e Diana Ruiz receberam a autora Lady Sybyla. Clique aqui ou na imagem para acessar.

7 de mar. de 2015

Tag: Livros

Quem me marcou nessa brincadeira foi o Sandro Moura, do blog Tiozinho Nerd. São dez perguntas sobre os últimos livros que li e os próximos que pretendo ler.

2014

1) Um livro que te surpreendeu em 2014:
O que mais me surpreendeu foi O Aprendiz de Assassino, de Robin Hobb que até já resenhei aqui no blog. Foi um livro que peguei com poucas expectativas, mas que no fim das contas, gostei tanto que acabei partindo logo para o resto da série.

2) Um livro que te decepcionou em 2014:
Maze Runner, de James Dashner. O livro parte de uma premissa muito interessante e, na verdade, não é ruim, mas não conseguiu me empolgar a ler os volumes seguintes. O que me leva à próxima questão...

3) A melhor adaptação que viu em 2014:
Novamente, a resposta é Maze Runner. O filme é bem divertido e achei melhor que o livro, com o roteiro mais redondo e bem amarrado. Também gostei de Jogos Vorazes.

4) Um livro que não conseguiu terminar em 2014:
Não foi um livro, mas uma série. Comprei um box com os cinco volumes já lançados de As Crônicas de Gelo & Fogo e ainda não consegui ler todos.

5) Quantos livros leu em 2014?
Não tenho certeza, mas acho que foram 15.

2015

6) Um livro que está ansioso para ler em 2015:
O que mais estou na expectâtiva é por Caliban's War, terceiro volume da série The Expanse.

7) Um desafio que se propôs em 2015:
lancei um e-book em 2014. Esse ano, quero escrever e publicar um livro por uma editora. Na verdade, esse projeto já está em andamento.

8) A adaptação mais aguardada por você em 2015:
Além das continuações de Jogos Vorazes e Maze Runner, quero ver No Coração do Mar, que eu nem sabia que tem livro.

9) Uma leitura que pretende retomar em 2015:
Quero terminar As Crônicas de Gelo & Fogo.

10) Três livros da sua meta para 2015:
Só três? Aí fica difícil! Esse ano, quero ler mais nacionais que no ano passado. Entre eles A Torre Acima do Véu, de Roberta Spindler, Cemitérios de Dragões, de Raphael Draccon e A Lenda de Ruff Ghanor, de Leonel Caldela.

19 de jul. de 2014

Novas jornadas: Rumo ao Mercado Literário

Na postagem de hoje, quero abrir espaço para trocar uma ideia com vocês. Mas no final tem alguns links também (pelos quais, não ganhei nada. É propaganda gratuita mesmo).

Essa semana, postei no meu outro blog o último capítulo de Serpente de Fogo, depois de pouco mais de 1 ano do início. Foi uma jornada e tanto! Estou satisfeito por ter conseguido me manter focado no mesmo projeto por tanto tempo. Também aprendi muito e sinto que evoluí como escritor. Mas ainda não deixei totalmente esse universo: estou trabalhando em uma versão e-book, com a história completa e revisada. O lançamento será em breve.

Ao mesmo tempo, é hora de buscar novos projetos e minha maior meta agora é conseguir entrar de vez no mercado literário com um livro impresso. Sei que já comentei no Twitter e no Facebook sobre um livro de super-heróis que pretendo escrever. Adoro esse projeto, o planejamento dele está bem adiantado e quero muito que seja publicado. No entanto, após me inteirar um pouco mais sobre o mercado literário, percebi que para mim - um autor sem nome no mercado - seria difícil encontrar uma editora para esse projeto por seu tema e tamanho (minhas primeiras estimativas são de, no mínimo, 600 páginas).

Até penso em tentar a auto-publicação, mas apenas inicialmente. Por essas razões, decidi vou colocar o livro dos supers em espera por hora e tentar a sorte com algum projeto mais acessível. Algo mais comercial, mais pipoca mesmo (conheço gente que tem calafrios só em ouvir essas duas palavras XD). Ao contrário do que fiz no passado com outras ideias, dessa vez, prefiro esperar a coisa toda estar bem encaminhada antes de dar maiores detalhes. Em outras palavras, o negócio agora vai ser falar menos e trabalhar mais.

Para encerrar, já que o tema é o mercado literário, minha dica para quem está querendo publicar seus primeiros textos é buscar as antologias. Elas são um jeito prático de ganhar experiência e fazer novos contatos. No geral, as editoras Draco, Buriti e Literata costumam apresentar novas coletâneas regularmente. Para aqueles que desejam entender melhor como funciona o mercado editorial brasileiro, eu recomendo demais ouvir os três episódios do Cabuloso Cast que abordam esse assunto:


Acho que por hoje é isso, na verdade, esse post ficou bem maior do que eu esperava! Boas escritas à todos!

15 de jun. de 2013

Campanha de incentivo à leitura

Para quem ainda não conhece, a "Campanha de incentivo à leitura" é uma corrente que rola pela internet. O meu blog já recebeu duas indicações, uma do Lugar Distante e outra do Gole Nerd. Hora de colocar minha participação na brincadeira em dia ^^

As regras para participar são:
- indicar mais 10 blogs
- alertar os indicados
- compartilhar a imagem da campanha
- e responder a pergunta: "Que livro indicaria para alguém começar a ler?", indicando pelo menos um livro.

Certo, aqui vão minhas indicações (a ordem não segue nenhum tipo de ranking):

- Baú do Joe (foi mal, não resisti)

Agora aqui vão minhas dicas de leitura. Uma série de livros e alguns quadrinhos.

Livro: Coleção "Os Karas", de Pedro Bandeira

Essa é uma dica para quando te perguntarem que livro oferecer a um adolescente para ajudá-lo a criar o hábito da leitura. Os Karas, de Pedro Bandeira é uma série que acompanha um grupo de cinco estudantes do colegial (4 rapazes e 1 garota) com um talento natural para solucionar mistérios e se envolverem em problemas. A linguagem é ágil e cinematográfica e o mais importante: a história respeita a inteligência do jovem leitor.


Comic: He-Man and the Masters of the Universe

Com esse novo título (continuação de uma minissérie publicada no ano passado), o roteirista Keith Griffin e o desenhista Pop Mhan fizeram o que parecia impossível: levar o He-Man a sério! Com um teor mais adulto, mas respeitando a mitologia do personagem, a HQ consegue agradar os fãs antigos ao mesmo tempo em que trás com sucesso o herói oitentista para o século 21.

Mangá: Diário do Futuro (Mirai Nikki)
"Até onde você chegaria para realizar seu desejo?". Essa é a grande questão de Mirai Nikki (de Sakae Esuno), mangá onde o jovem Amano Yukiteru recebe um celular capaz de prever o futuro. Agora Yukiteru terá de enfrentar outros 11 donos de diários do futuro em confrontos até a morte. O prêmio? O poder para transformar seus desejos em realidade.

HQ europeia: Incal

Incal é uma dica para quem busca uma leitura mais complexa. Essa minissérie em seis volumes é trabalho de dois mestres: Jodorowski e Möebius. Incal conta a história de John Difool, um bufão que por pura sorte (ou azar) encontra o artefato mais poderoso do universo e passa a ser perseguido por dúzias de facções. As reviravoltas são tão constantes que, de uma página para outra a história pode mudar completamente.

1 de jun. de 2013

O gênero Dark Fantasy

Está no ar Serpente de Fogo, série literária de minha autoria. Quem leu o post que fiz aqui no blog falando sobre esse novo projeto viu que classifiquei essa história como pertencente ao gênero dark fantasy, ou em bom português, fantasia sombria. O que nos leva a questão: que raio vem a ser isso?

Bom, definir gêneros não é uma tarefa das mais fáceis. As regras não costumam ser muito claras e sempre (sempre) há exceções. Em suma, essa é uma classificação um tanto ambígua e depende muito do próprio autor do texto (nesse caso, eu). Voltando a nossa questão principal, para entender o que é dark fantasy é preciso ter em mente um outro gênero de histórias: a fantasia medieval.

Acredito que qualquer leitor desse blog esteja familiarizado com o termo fantasia medieval, que é usado para definir aquela classe de contos que apresentam uma versão fantástica da idade média. As histórias desse gênero costumam ser aventuras alegóricas onde o bem vence o mal, normalmente com ajuda de um pouquinho de magia. O típico herói de fantasia medieval é o cavaleiro de armadura brilhante que derrota o dragão para salvar a donzela em perigo. O maior exemplo desse tipo de histórias são as lendas do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda.

A fantasia sombria surge como uma derivação da fantasia medieval, nascendo do desejo de contar essas mesmas histórias sob uma visão adulta. Saem as alegorias, entram o clima pesado e temas mais maduros. A linha que separa o bem e o mal já não é tão clara, e há uma presença maior de conteúdo sexual. Naturalmente, essa definição exclui qualquer trama ambientada no mundo moderno. Já vi quem considerasse obras como Entrevista com o Vampiro como dark fantasy, mas eu, pessoalmente vejo essa classe de histórias como parte de um gênero diferente (não é tarefa das mais fáceis, lembram?).

No mundo da literatura, atualmente a maior referência em fantasia sombria é a saga As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R. R. Martin que começa no livro Guerra dos Tronos (editora Leya). Em 2011, essa obra foi adaptada para a TV em uma bem sucedida série da HBO. Mesmo com a popularidade da saga de Martin, talvez o maior expoente da dark fantasy na literatura seja a obra de Michael Moorcock, Elric de Melniboné. Ainda que pouco conhecidos por aqui, os livros do anti-herói albino, Elric são extremamente populares nos Estados Unidos e Europa. Outro trabalho de destaque é a Saga do Bruxo, do autor polonês Andrzej Sapkowski que teve dois livros publicados no Brasil pela Martins Fontes: O Último Desejo e A Espada do Destino. A Saga do Bruxo também ganhou o mundo dos games na série de jogos The Witcher.

O cinema também já bebeu muitas vezes nessa fonte. Um dos primeiros grandes filmes de destaque é o clássico oitentista O Príncipe Guerreiro (1982), do diretor Don Coscarelli. Em tempos recentes, tivemos produções como o longa animado A Lenda de Beowulf (2007), de Robert Zemeckis e Anjos da Noite 3: A Rebelião (2009), com Michael Sheen e Rhona Mitra. Outro sucesso na telona foi Branca de Neve e o Caçador (2012), com Kristen Stewart, Charlize Teron e Chris Hemsworth. E apesar de não terem todos os elementos da nossa definição de fantasia sombria, O 13º Guerreiro (1999) e O Pacto dos Lobos (2001) figuram com frequência em listas de melhores filmes do gênero.

Chegando ao mundo dos quadrinhos, o maior ícone dark fantasy é o nosso velho amigo Conan (vivido no cinema por Arnold Schwarzeneger e mais tarde por Jason Momoa). No Brasil, a  era de ouro do bárbaro foi na saudosa revista da Abril Jovem, A Espada Selvagem de Conan, que durou mais de 200 edições! Outro ícone desse gênero é a exuberante Red Sonja (que até ganhou um filme pra lá de suspeito em 1985, estrelado por Brigitte Nielsen). Mesmo sendo uma personagem bem conhecida por aqui, apenas poucas histórias da heróina chegaram à nossas bancas. Também merece destaque a HQ francesa Arawn (inédita no Brasil), com roteiro de Ronan Le Breton e a arte espetacular de Sébastien Grenier.

Na Terra do Sol Nascente, podemos destacar Berserk, de Kentaro Miura, mangá que já conta com 36 volumes e ainda está em publicação, enquanto o anime teve 25 episódios; Claymore, de Norihiro Yagi, com 23 volumes de mangá e uma adaptação para a TV com 26 episódios; e RG Veda, do Clamp, mangá que durou 10 volumes e ganhou uma pequena versão anime com apenas 2 episódios.

Ufa! É isso aí, agora você não pode dizer que não conhece o gênero fantasia sombria. Claro que existe muito mais material por aí. Se você conhece outro livro, filme, série de TV, anime, quadrinho ou etc. que merece destaque, deixe a dica nos comentários.

Até!

28 de jul. de 2012

Light Novels - outra forma de contar histórias


"Muito bem, garoto, está pronto para continuar?"

"Sim, por favor me ajude realizar meu sonho de ser o maior autor do mundo, mestre!"

"Pois bem. Se lembra do que falamos na última aula?"

"Falamos sobre mangá e anime."

"Certo. Hoje vamos falar sobre uma terceira mídia japonesa, tão popular quantos os mangás e animes."

"Tão popular assim!? E que mídia é essa?"

"São as light novels."

"Light novels?! Me conte mais, mestre."

"Trata-se de um tipo de junção da literatura com desenhos em estilo mangá."

"Como assim?"

"Aqui mesmo temos um bom exemplo: um texto acompanhado de uma ilustração."

"Ei, somo nós ali em cima no desenho feito pela Yumi Moony!"

"Uma light novel conta uma história com texto e narrativa semelhantes à literatura convencional, mas também traz ilustrações de mangá. Normalmente, os desenhos são de página intera."

"Então é um tipo de livro ilustrado?"

"É possível definir dessa forma, mas uma light novel tem suas próprias características. Como um maior enfoque nos diálogos, por exemplo."

"Interessante! E não há narrativa, mestre?"

"A narrativa tem seu próprio estilo também, mais voltada para a ação do que para a descrição."

Com a garganta seca o professor, foi até o bebedouro. O aluno permaneceu em seu lugar rabiscando.

"E então, garoto. Tem alguma dúvida?"

"Me diga, mestre: como são as histórias de uma light novel?"

"Boa pergunta! As light novels se aproximam muito dos mangás e animes, por isso lidam com os mesmos temas. Mostram diálogos e cenas parecidas e por aí vai."

"Os gêneros também são os mesmos, como shonen e shoujo?"

"Exatamente, garoto! Na verdade, muitas light novels se tornaram animes."

"Sério? Eu não sabia disso. Quais?"

"São muitos exemplos. Shakugan no Shana, Toradora, The Malancholy of Haruhi Suzumyia."

"Mestre, isso é muito legal!"

"E estes são apenas alguns títulos. Há muitos outros: Full Metal Panic, Baccano, Slayers, Kino no Tabi... na verdade e lista é imensa!"

"Agora fiquei com vontade de ler uma dessas."

"Infelizmente, garoto, poucos títulos foram lançados no nosso país, como Another Note, Gravitation e Tarot Cafe."

"Ah! Que pena, mestre!"

"Mas nem tudo são más notícias. Já tivemos uma light novel brasileira publicada pelo selo Infinitum da editora Oráculo: Elementais - O Receptáculo do Caos, de Rafael Pombo."

"Beleza! Vou correndo ler Elementais!"

"Bom, você ainda tem alguma dúvida?"

"Já entendi o que é uma light novel, mas ainda não sei porque o Joe de Lima fez um texto tão longo sobre esse assunto."

O professor coçou o queixo.

"Humm. Isso pode significar que os boatos são verdadeiros."

"Que boatos?"

"De que a editora Oráculo, através do selo Infinitum reuniu um grupo de autores para um projeto sem precedentes no Brasil."

"E que projeto tão revolucionário é esse?"

"Uma antologia de light novels!"

"Incrível! E o que nós vamos fazer, mestre?"

"Ora, garoto. Vamos esperar. Esperar e ler. Pressinto que grandes histórias vêm por aí!"

15 de nov. de 2011

A polêmica da lei de cotas

Quem acompanha notícias sobre quadrinhos nacionais já deve ter ouvido falar sobre o projeto de lei de autoria do deputado Vicentinho (PT) que visa criar uma cota miníma para publicação de quadrinhos brasileiros. Em resumo, a lei determinaria que uma editora que publica quadrinhos deveria reservar 20% da sua linha para HQs made in brazil.

Esse projeto não é novo, e já tramita por Brasília há alguns anos. Se, e quando o projeto poderia ser aprovado é incerto, mas vira e mexe a discussão volta a tona: para se criar um mercado de quadrinhos nacionais forte, é necessária uma lei de cotas?

Vou dizer uma coisa pra vocês: eu sou totalmente contrário à criação dessa lei.

Me parece que aqueles que são a favor dessa política acreditam que com isso veremos editoras como a Panini e a JBC publicando mangás e comics nacionais com a mesma qualidade que dedicam a seu material importado, bancas cheias de bons títulos brasileiros e leitores ávidos para consumir as HQs tupiniquins. É claro que seria ótimo termos um cenário assim, porém eu penso que essa lei não é a forma de alcançar isso.

Citei a Panini acima, mas é possível que toda essa discussão não afete essa editora. Mesmo sem os números exatos, acredito que os vários títulos da Turma da Mônica já a deixariam dentro da lei de cotas, e em último caso bastaria encomendar uma nova publicação ao pessoal da MSP.

Naturalmente, esse não é a realidade das outras editoras (lembrando que eu não falo em nome de ninguém, hein gente?!), mas vamos pensar: o mercado de quadrinhos também é uma forma de comércio, e como qualquer estabelecimento comercial as editoras precisam tomar decisões que sejam financeiramente interessantes. Uma HQ nacional pode ser comercialmente viável? Sim! Holy Avenger é um bom exemplo disso, contudo não vamos nos esquecer que os custos e os riscos de produzir uma revista são muito maiores do que importar material pronto. E se houvesse interesse comercial em correr esses riscos, isso já estaria sendo feito.

Mas pode não ser só um problema de interesse, existe outra questão: quantas editoras tem caixa suficiente para isso? Sem interesse comercial e sem caixa, haveria o risco de vermos uma enxurrada de HQs sem qualidade produzidas a baixos custos apenas para cumprir as cotas. E por qualidade não falo da história ser boa ou ruim, até porque esse é um conceito subjetivo (e gosto não se discute). Por qualidade, quero dizer material bem planejado e executado, com consistência nos roteiros, desenhos, etc; bom acabamento e impressão, além de uma distribuição eficiente.

Por tudo isso, eu não vejo a lei de cotas como a solução para se criar uma nova cultura de quadrinhos brazucas. Eu acredito que programas como o ProAC, que já financiou algumas HQs, podem ser um caminho. Outra caminho seria o de oferecer incentivos fiscais a editoras que publicarem títulos feitos por aqui (semelhante a Lei Rouanet que oferece deduções de impostos para quem investir em projeto culturais). Assim, uma HQ nacional poderia ser mais interessante do ponto de vista comercial e as editoras poderiam selecionar melhor o quê publicar.

Afinal, uma revista em quadrinhos deveria conquistar seu espaço nas bancas pela qualidade, e não por força de alguma lei.

E vocês o que pensam sobre esse assunto? Deixem seus comentários.

20 de set. de 2011

Lendo a nova DC

Eu já deixei aqui a minha opinião sobre o reboot da DC Comics. Parte da estratégia de relançamento da editora é a iniciativa New 52, ou seja cinquenta e duas revistas mensais lançadas a partir do número 1!

Bom, seria preciso muuuita disposição (sem falar no tempo livre) para ler todas as revistas, e convenhamos não são todos os títulos que valem tanto a pena. Mas quatro revistas me chamaram mais a atenção, e agora que tive a oportunidade de as ler, trago até você a minha opinião sobre o que eu considero o melhor do reboot da DC (ou não).

Liga da Justiça #1
É difícil fugir desse título, a Liga é o termometro do Universo DC. E, de fato a história mostra como será o relacionamento dos heróis entre si e com a população. Pena que o roteiro de Geoff Johns esteja muito fraco. Temos um capanga de Darkseid correndo pelas ruas, Batman e Lanterna Verde se desentendem, Super-Homem e Lanterna Verde se desentendem, dialógos com a profundidade de um pires. Os editores promoteram que a nova revista da Liga seria como um filme blockbuster, e sob esse ponto de vista, o objetivo foi cumprido: explosões, efeitos especiais, a versão mais exagerada da arte de Jim Lee. Se eu continuar a ler será apenas por curiosidade, mas estou com um pé atrás com essa revista.

Action Comics #1
Essa revista se passa alguns anos antes da Liga. Aqui Grant Morrisson volta aos primeiros dias do Super-Homem para reconstruir o mito do personagem. Usando uma roupa simples como "uniforme", ainda descobrindo todos os seus poderes e até se ferindo com mais frequência. Mesmo essa edição sendo focada na ação, o roteiro de Morrisson flui bem e de forma agradável, ele parece consciente de que os leitores conhecem bem esse personagem. Os desenhos de Rags Morales reforçam ainda mais o clima retrô. Bem que poderiam aproveitar para mudar a personalidade de Lois Lane, mas ela continua sendo a mesma chata pedante de sempre (paciência). É ums história de supers diferente do que nos acostumamos nos últimos tempos. Recomendado.

Batman & Robin #1
Revista passada 5 anos depois de Liga da Justiça. O que me atraiu nesse título foi a proposta do roteirista Peter J. Tomasi, em focar a trama no novo desafio de Batman: a paternidade. Para quem não sabe, o Robin atual, Damian é filho de Bruce Wayne. Então agora o Homem-Morcego não só deve treinar um parceiro, como ensinar seu filho a ser um verdadeiro herói, mas como o moleque foi criado por assassinos sua personalidade é dificil. Boa parte da edição é dedicada a mostrar, com ótimos diálogos, como será o relacionamento entre eles. A arte de Patrick Gleason também merece destaque. Recomendado.

Monstro do Pântano #1
Sempre tive muita curiosidade sobre esse personagem, que há muito anda longe dos holofotes. Mesmo sendo uma revista DC, tem um jeitão de independente. Essa edição é dedicada a mostrar o cenário e apresentar em detalhes o protagonista Alec Rolland. Mesmo com a aparição do Super-Homem, é uma revista de terror e não de super-heróis, por isso segue um ritmo diferente, mais lento e com um destaque maior para os personagens a para a tensão de cada sequência. O roteiro de Scott Snyder é consistente, porém não surpreende, enquanto a arte de Yanick Paquette combina bem com o estilo (tanto que ele dá umas escorregadas com o Azulão). Vale a pena dar uma conferida.

Essas foram as revistas que eu li até agora. Não tenho certeza se vou acompanhar outros títulos, eu aviso se encontrar mais alguma coisa boa. E é claro, se alguém aqui tiver lido essas ou outras das novas revistas da DC, sinta-se a vontade para deixar sua opinião.