29 de set de 2015

Top 5: Personagens que derrotariam Goku


Quem venceria uma luta entre Goku e Superman? Essa é a dúvida que tira o sono de cerca de três pessoas por ano. Deixando as brincadeiras de lado (mas nem tanto XD), quando um debate assim surge, os fãs de Goku são categóricos: não importa se são os lutadores de Street Fighter, o Naruto, o Homem de Aço ou todos os Vingadores juntos… O saiya-jin é o mais poderoso, vence qualquer personagem de qualquer mangá/comics/game/livro com uma mão nas costas e pronto.

Não dá pra negar que Goku possui uma quantidade absurda de poder de fogo (estamos falando de alguém que pode destruir um planeta inteiro sem suar!). Também é inegável que a maioria dessas projeções só levam em conta o poder bruto em um cenário de combate corpo a corpo. Decidi entrar nesse jogo com uma lista de cinco personagens que poderiam vencer Goku, apesar de todo o seu poder. Alguns um tanto inusitados. Claro que tudo não passa de uma brincadeira (ouviram, otakus?), mas para os autores que pensam em mostrar combates em suas obras, fica o recado: força bruta não é tudo, um pouco de criatividade dá tempero a uma situação de batalha.

Créditos das imagens: https://comicvine.gamespot.com/

26 de set de 2015

Arcanista e o Facebook


Quem me segue no Facebook deve ter percebido que andei tendo alguns problemas para compartilhar os links do blog por lá. Após mandar muitas mensagens para a administração (muitas mesmo), fui atendido e o problema foi solucionado quase por completo.

Quase porque, embora outros links estejam liberados no Face, justamente o que fala sobre o lançamento de Arcanista continua bloqueado sob uma suspeita injusta de conteúdo inseguro.

Enquanto tento resolver essa questão, fiz esse novo post para compartilhar o Arcanista pelas redes sociais. E para essa tarefa peço a ajuda de todos os amigos deste blog. Curtam, compartilhem e, por favor, não deixem de me avisar sobre qualquer outro link bloqueado.

Antes de encerrar, deixo um agradecimento para o meu amigo Victório Anthony do Eu Não Pertenço a Lugar Nenhum, que comprou essa briga comigo.


3 de set de 2015

Arcanista - lançamento


Já está disponível na Amazon meu novo livro Arcanista, uma distopia young adult que traz uma mescla de aventura, drama de sobrevivência, romance e política. Para adquirir, clique na capa ou no link mais abaixo.

Sinopse:

Marcel Seeder é um tímido rapaz de 16 anos que vive em Vera Cruz, uma nação dividida pelo jogo de poder entre o governo, o exército independente chamado Arcanum e a sombra do grupo ecoterrorista Voz Verde.



Marcel se preparou desde a infância para uma carreira militar como arcanista, seguindo os passos de seu pai. Entretanto, a visita oficial do Regente-Geral e de sua família à Arcanum irá deflagrar um terrível incidente. Para enfrentar a conspiração que busca assassinar Camilla Noble, a filha mais velha do Regente, Marcel precisará superar suas limitações e dominar a gema incrustada em sua mão.



Com uma narrativa cinematográfica, Arcanista é mais que uma história de superação e sobrevivência. É a história de pessoas que tentam encontrar seu lugar em uma sociedade com um complexo cenário político e um colossal abismo social que separa a elite e a classe menos favorecida.



Trata-se de um lançamento independente e, por hora, estará disponível apenas no formato e-book através da Amazon. Se você não tem um kindle, pode baixar um aplicativo gratuito para através deste link.

Desejo uma boa leitura e não deixem de comentar!

14 de ago de 2015

De que tamanho é um livro? (ou A diferença entre conto, noveleta, romance, etc)

A ideia desse post surgiu de uma conversa com o Sandro Moura, do Tiozinho Nerd. E recentemente vi um em um grupo no Facebook aparecer a questão sobre quantas páginas um livro deve ter para ser considerado grande.

Em primeiro lugar, tenha em mente que medir o tamanho de um livro pela quantidade de páginas é coisa para os leitores. Entre autores, editores e outros profissionais que trabalham nos bastidores, um livro é medido pelo número de palavras.

Então: quantas palavras são necessárias para uma obra ser considerada um romance? Não resiste uma regra realmente estabelecida, mas é amplamente aceito (aqui no Brasil e lá fora) que um livro é um romance a partir de 40 mil palavras. Coincidência ou não, essa é exatamente a quantidade de palavras do ícone pop O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams.

Quanto às demais classificações, novamente não há regras. No Brasil é bastante comum uma tabela que divide a classificação em quatro tipos:

- Conto: até 7.500 palavras
- Noveleta: de 7.500 palavras a 17.500
- Novela: de 17.500 palavras a 40.000
- Romance: a partir de 40.000

Essa classificação varia um pouco em alguns países. Há versões americanas que tem seis ou mais tipos, mas no geral, esses valores são bastantes conhecidos e utilizados.

1 de ago de 2015

Seleção para Seres Amazônicos

Saiu a lista com os contos selecionados para a antologia Seres Amazônicos com organização de Maurício Coelho.

A Face do Boto – Patrick Santos
A Fuga do Curupira – Inácio Oliveira
A Magia da Floresta – Sirius
A Misteriosa Origem dos Filhos D’água – JBAlves
A Pedra Verde das Icamiabas – José Lucas dos Santos Costa
A Proposta – Santiago Castro
A Sereia Sem Canto – Priscila Machado
A Vingança da Sereia – Amauri Chicarelli
Estrada Inca – Jean Thallis
Guardiões – Francélia Pereira
Matita Maria – Hileane Barbosa Silva
No Coração da Selva – Alfredo Alvarenga
O Bezerro Rosilho – Ailton Silva Favacho
O Bravo Pirarucu – Raphael Miguel
O Coronel e o Lobisomem – Ana Rosa de Oliveira
O Criador de Lendas – Jhon Mark
O Fogo de Angatu – Wilson Faws
O Grito veio da Floresta – Bruno Eleres
O Mapinguari – Edweine Loureiro
O Porto – Anderson do Couto Candido
O Saci – Gustavo Valvasori
O Tabaco da Caipora – Moisés Diniz 
Os Dois Deuses e o Senhor da Travessura – V. M. Gonçalves
Runolfo e o Encantamento da Cobra Ajuritana – Márcio Fernandes Conceição
Saci da Floresta – Fred Sá Teles
Suindara – Ed Rastum
Um Amor – Endell Menezes

20 de jun de 2015

[Resenha] A Torre Acima do Véu, de Roberta Spindler

A trama de A Torre Acima do Véu fala sobre um futuro pós-apocalíptico. Tudo começa quando uma densa névoa surge sem aviso e cobre o mundo. Aqueles que entram em contato com a neblina acabam mortos ou transformados em monstros deformados. Aos sobreviventes restou buscar abrigo em gigantescos arranha-céus que sobem acima da nuvem tóxica. Cinquenta anos se passaram desde então e, à medida em que a população se esquece como era a vida antes da névoa, uma nova ordem social é organizada.

É nesse cenário que conhecemos Beca, uma jovem temperamental dotada de habilidades acrobáticas sobre-humanas. Ela vive na mega-cidade Rio-Aires e ganha a vida vasculhando áreas de névoa em busca de itens de valor. Claro que essas missões são perigosas, já que além de não contar com o melhor equipamento, ela precisa lidar com concorrentes e com as criaturas que habitam a névoa, os monstruosos Sombras.

Em suas missões, Beca conta com o suporte de seu irmão Edu e seu pai adotivo Lion. Os três moram numa área que está sob o comando de Emir, líder da Torre, o maior arranha-céu de Rio-Aires. Embora Emir venda a ideia de estar sempre trabalhando pelo bem estar de todos, a verdade é que a vida nos mega-edifícios é uma luta diária de poucos confortos e há outras facções que disputam o poder com a Torre. Outra figura importante na trama é Rato, um rapaz cheio de segredos, que surge como antagonista e possível interesse amoroso de Beca.

A Torre Acima do Véu é um livro que mistura elementos de distopia young adult e survival horror, trazendo uma ambientação que o destaca de outras obras do gênero, tanto que eu gostaria que um pouco mais de tempo para mostrar melhor a política e o jogo de poder entre as diferentes facções. Vale ressaltar que a maioria dos personagens são afrodescendentes (incluindo a própria Beca) ou mulatos. Uma boa sacada da autora.

Falando sobre personagens, Beca é uma garota de temperamento explosivo. É sempre bom ver uma protagonista feminina independente, mas em alguns momentos ela assume uma postura desnecessariamente agressiva, além de ter uma personalidade um pouco rasa, assim como os demais personagens do livro. A narrativa tem um estilo ágil e dinâmico, o vocabulário é bastante acessível.

Uma coisa que me incomodou um pouco foram as mudanças rápidas de ponto de vista. Textos que abordem a visão de vários personagens simultaneamente não me incomodam, mas aqui elas são tão raras que quando acontecem acabam criando certa confusão. O final é inconclusivo, deixando claro que haverá um segundo volume (pelo twitter, a Roberta me revelou que não será uma continuação direta, e sim uma história ambientada no mesmo universo).

Em última análise, A Torre Acima do Véu é um bom livro. A ambientação é interessante e as sequências de ação são de tirar o folêgo. Fica a impressão de que não alcançou todo o potencial, mesmo assim, vale a leitura. Recomendado!


A TORRE ACIMA DO VÉU
Autora: Roberta Spindler
Páginas: 270
Lançamento: 2014
Editora: Giz Editorial

12 de jun de 2015

[Conto] Licença Maternal

Ladrões, sequestradores, pedófilos, estupradores, assassinos… Esse tipo de gente não me assusta; lidar com o pior da Sociedade é meu trabalho. Mas o que vou fazer agora, isso sim, mexe comigo. É o futuro da minha vida familiar que está em jogo.

Confiro minha aparência no espelho do fundo do elevador. Dou uma ajustada na armadura policial modelo copsuit de placas nanopolimetrícas azuis sobre um colante preto à prova de balas, fogo, eletricidade e sei lá mais o quê. Pesa menos de um quilo, mas o manual garante que aguenta até um tiro de canhão de plasma.

— Nervosa, Sandra? — pergunta o capitão Álvaro, sua hierarquia superior garante uma copsuit um pouco mais sofisticada. No espelho, o vejo dar aquele sorriso com o canto da boca, enquanto encara minha bunda, me comendo com os olhos. Nenhuma novidade.