7 de dez de 2011

Antologia de contos - Super-Heróis

A editora Draco apresenta uma nova antologia com um tema inusitado: super-heróis.

Ok, nem todo mundo curte os filmes e quadrinhos de super-heróis. Porém, se você gosta de escrever literatura fantástica e não se inclui nessa minoria, gostaríamos de convidá-lo a submeter um conto para apreciação na antologia que estamos organizando para a Editora Draco, cujo título provisório (imaginativo) é Super-Heróis.

Nossa proposta é organizar uma antologia de contos bem escritos que abordem as aventuras de super-heróis de forma criativa, original e preferencialmente com tempero lusófono. Tanto faz se seu herói é humano ou alienígena, se possui superpoderes ou não, se é um bom sujeito ou nem tanto — embora, em princípio, prefiramos que nossos autores deixem os vilões do tipo sociopata mascarado para uma eventual Super-Heróis II: Supervilões. Tampouco importa se você mostrará a gênese do seu herói ou se ele cairá de paraquedas no meio de uma grande aventura. O importante é que seu(s) protagonistas sejam psicologicamente bem delineados e que suas aventuras / desventuras constituam uma leitura instigante e divertida.


Boa sorte!

28 de nov de 2011

Mundo Monstro - lançamento Infinitum

Mais um ótimo lançamento da editora Infinitum, mas dessa vez esqueça contos de terror e vampiros psiquicos:

MUNDO MONSTRO - O Estranho Caso do Vampiro Assassino (acesse)

Numa cidade perdida, humanos e monstros convivem pacificamente. Mapinguaris conversam com duendes, canibais são garçons, dragões trabalham em restaurantes e a fênix faz um show de exibicionismo. Mas esse equilíbrio pode ser quebrado a qualquer momento por um assassinato. Para impedir que isso aconteça, um detetive lobisomem e seu pupilo devem desvendar esse mistério.

Mundo Monstro – o estranho caso do vampiro assassino, é o primeiro livro da série juvenil de Gian Danton, lançado como e-book pela Infinitum Libris, protagonizada pelo detetive Guilherme o pupilo Érico.

24 de nov de 2011

Audiobook - Vampiros de Alma

A minha amiga Anny Lucard (prefaciadora de PsyVamp) é responsável por um trabalho muito legal no blog Contos Sobrenaturais produzindo audio contos.

O blog inclusive deu origem ao programa de mesmo nome que vai ao  ar à meia-noite de sexta/sábado pela rádio Digital Rio FM.

Outro fruto do Contos Sobrenaturais é a antologia em audiobook Vampiros de Alma, trazendo cinco contos narrados, com prefácio de Adriano Siqueira (Adorável Noite, PsyVamp). Além disso, o arquivo está disponível para download gratuito.

No link abaixo você pode acessar a página oficial com e ver as opções de download.


Organização: Anny Lucard 
Prefácio: Adriano Siqueira 
Contos e autores:
'Uma Canção do Inferno' de Ana Lúcia Merege
'Incubus' de Acácio Leão dos Anjos
'A Marca da Morte' de Marcelo Paschoalin
'Entre o Sagrado e o Profano' de Lord Fab
'A Deusa da Noite' de Raquel Pagno

15 de nov de 2011

A polêmica da lei de cotas

Quem acompanha notícias sobre quadrinhos nacionais já deve ter ouvido falar sobre o projeto de lei de autoria do deputado Vicentinho (PT) que visa criar uma cota miníma para publicação de quadrinhos brasileiros. Em resumo, a lei determinaria que uma editora que publica quadrinhos deveria reservar 20% da sua linha para HQs made in brazil.

Esse projeto não é novo, e já tramita por Brasília há alguns anos. Se, e quando o projeto poderia ser aprovado é incerto, mas vira e mexe a discussão volta a tona: para se criar um mercado de quadrinhos nacionais forte, é necessária uma lei de cotas?

Vou dizer uma coisa pra vocês: eu sou totalmente contrário à criação dessa lei.

Me parece que aqueles que são a favor dessa política acreditam que com isso veremos editoras como a Panini e a JBC publicando mangás e comics nacionais com a mesma qualidade que dedicam a seu material importado, bancas cheias de bons títulos brasileiros e leitores ávidos para consumir as HQs tupiniquins. É claro que seria ótimo termos um cenário assim, porém eu penso que essa lei não é a forma de alcançar isso.

Citei a Panini acima, mas é possível que toda essa discussão não afete essa editora. Mesmo sem os números exatos, acredito que os vários títulos da Turma da Mônica já a deixariam dentro da lei de cotas, e em último caso bastaria encomendar uma nova publicação ao pessoal da MSP.

Naturalmente, esse não é a realidade das outras editoras (lembrando que eu não falo em nome de ninguém, hein gente?!), mas vamos pensar: o mercado de quadrinhos também é uma forma de comércio, e como qualquer estabelecimento comercial as editoras precisam tomar decisões que sejam financeiramente interessantes. Uma HQ nacional pode ser comercialmente viável? Sim! Holy Avenger é um bom exemplo disso, contudo não vamos nos esquecer que os custos e os riscos de produzir uma revista são muito maiores do que importar material pronto. E se houvesse interesse comercial em correr esses riscos, isso já estaria sendo feito.

Mas pode não ser só um problema de interesse, existe outra questão: quantas editoras tem caixa suficiente para isso? Sem interesse comercial e sem caixa, haveria o risco de vermos uma enxurrada de HQs sem qualidade produzidas a baixos custos apenas para cumprir as cotas. E por qualidade não falo da história ser boa ou ruim, até porque esse é um conceito subjetivo (e gosto não se discute). Por qualidade, quero dizer material bem planejado e executado, com consistência nos roteiros, desenhos, etc; bom acabamento e impressão, além de uma distribuição eficiente.

Por tudo isso, eu não vejo a lei de cotas como a solução para se criar uma nova cultura de quadrinhos brazucas. Eu acredito que programas como o ProAC, que já financiou algumas HQs, podem ser um caminho. Outra caminho seria o de oferecer incentivos fiscais a editoras que publicarem títulos feitos por aqui (semelhante a Lei Rouanet que oferece deduções de impostos para quem investir em projeto culturais). Assim, uma HQ nacional poderia ser mais interessante do ponto de vista comercial e as editoras poderiam selecionar melhor o quê publicar.

Afinal, uma revista em quadrinhos deveria conquistar seu espaço nas bancas pela qualidade, e não por força de alguma lei.

E vocês o que pensam sobre esse assunto? Deixem seus comentários.

29 de out de 2011

PsyVamp - lançamento Infinitum

Você está na escola, no metrô, no shopping center, na fila do supermercado… e, de repente, suas forças vão embora. Você se sente fraco, sua energia escoando rapidamente, e pensa que não se alimentou direito. Você foi pego. 

Eles estão em toda parte à procura de alimento. Escolhem suas vítimas e saciam sua fome silenciosamente, sem ser notados. São predadores. Vampiros. Mas não espere por grandes presas, transformações físicas e mordidas no pescoço. Esse tipo de vampiro não se alimenta de sangue. 
Seriam eles bons, malignos ou apenas uma força da natureza? Você se tornaria um deles se pudesse? Ou os combateria, buscando formas de se proteger? Qual as intenções das Ordens Iniciáticas vampíricas?
Você tem coragem de se aventurar por esse mundo muito mais sombrio do que a noite?

A Infinitum convida você para desvendar os mistérios sobre esses seres, tão fascinantes e sedutores quanto os vampiros convencionais ― só que mais reais, o que os torna ainda mais interessantes.

Doze histórias foram reunidas em uma antologia em formato e-book, com autoria de:

Vampsy Gang – Adriano Siqueira (autor convidado) | A PassageiraLucas LourençoA Doutora e o Doador – Joe de LimaCanção de Terror – Gian DantonDança em Gotas Aline T.K.M. | Eterno – Caio BersotFilho Faminto – Ramon de SouzaLucy in the Sky Whit Diamonds – Goldfield | Nênia – Camilla Ferreira | O Preço da CuraRoberta SpindlerRuby – Valentina Silva FerreiraUm Chakra de Grande Qualidade – João Manuel da Silva Rogaciano | Prefácio de Anny Lucard

> acesse a loja virtual da Editora Infinitum

> leia mais sobre PsyVamp

26 de out de 2011

Prévia de HQ

Um dos trabalhos que estou desevolvendo atualmente é uma HQ one-shot em parceria com o Rafa Lee. Ainda não sei se essa história vai ver a luz do dia, já que se trata de um projeto a ser apresentado para as editoras. Aqui abaixo uma pequena prévia dessa HQ: a primeira página arte-finalizada, ainda sem cores e sem texto (torçam por nós).