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19 de abr. de 2014

Top 5 - Games Favoritos

Os videogames fazem parte da minha vida e por isso acabam tendo influência na minha obra de uma forma ou de outra. Meu primeiro aparelho foi um Atari 2600, depois vieram Nintendinho, Super Nintendo, Playstation, Playstation 2 e  atualmente estou no X Box 360. Ainda não sei quando vou passar para a nova geração. Minha preferência seria pelo PS4, mas por questão financeiras, acho que vou ficar no XOne.

E já que o assunto são os jogos eletrônicos, aqui está uma lista com meus cinco games favoritos em todos os tempos. Precisei pensar muito, mas acho que essas são, realmente as melhores experiências de jogo que tive. Seria impossível pra mim rankear esses games por ordem de preferência, por isso estão listados por ano de lançamento.

Super Mario World (1990)



A história de Super Mario World é aquela que você já conhece muito bem. Bowser capturou a Princesa Peach e cabe à Mario e Luigi atravessar 8 mundos diferentes para salvá-la. Como a maioria dos jogos do Mario, é extremamente viciante, tem uma quantidade imensa de fases secretas, desafio crescente e, é claro, tem Yoshi, o simpático dinossauro que serve de montaria. Um verdadeiro clássico!

Pro Evolution Soccer (1994)



Pro Evolution Soccer, ou simplesmente PES é um game de futebol que atravessou décadas desde os tempos do Super Nintendo (quando se chamava International Superstar Soccer). Ainda hoje, o jogo sofre por falta de licenças oficiais. Muitos times tem nomes e escudos errados (felizmente é possível editar tudo), mas quando o assunto é bola rolando, sempre preferi PES ao FIFA. Nos últimos anos, a versão brasileira tem vindo com narração do grande Sílvio Luiz e comentários de Mauro Beting.

Final Fantasy IX (2000)



FFIX começa com o jovem Zidane e seu grupo teatral preparando uma apresentação que servirá de distração para que a princesa Garnet possa fugir do castelo. Esse é apenas o início de uma série de eventos que culminará em uma batalha cósmica pela salvação de dois mundos! Nostalgia é a palavra-chave do meu Final Fantasy preferido, com muitas referências aos games que vieram antes. O jogo tem como canção-tema a inesquecível Melodies of Life, na voz de Emiko Shiratori.

Shadow of The Colussus (2005)



Conta a história de Wander, um jovem guerreiro que faz um pacto com uma entidade: se ele derrotar 16 criaturas colossais, a entidade ressuscitará sua amada Mono. Continuação espiritual de Ico (outro ótimo jogo da mesma produtora), Shadow of The Colussus oferece uma experiência única no mundo dos games! Nada se compara à escalar um inimigo gigantesco à procura de seus pontos fracos. Como se não bastasse, SoTC ainda traz uma reviravolta surpreendente no final.

Trilogia Mass Effect (2007)



Mass Effect acompanha a saga do comandante Shepard e seus aliados na luta contra os Reapers, uma raça de aliens cibernéticos que destruiu todas as formas de vida da galáxia há 50 mil anos e agora quer repetir a dose. Com uma mistura de RPG e tiro em terceira pessoa, ME se destaca por dar ao jogador a chance de contar sua própria história: é possível customizar o personagem principal (incluindo sexo e aparência) e escolher que caminho seguir, que postura tomar diante da guerra, quem serão seus interesses românticos, etc. E cada escolha tem um reflexo na trama.

18 de jan. de 2014

Top 5 - Livros Clássicos

Por culpa de uma política equivocada das escolas de empurrar a literatura clássica goela abaixo dos alunos (uma atitude que todos reconhecem como problemática, mas que ninguém tenta mudar), muita gente acaba tendo aversão a esse tipo de leitura.

Atualmente, tenho lido muita literatura moderna, mas também curtos a clássica e acho que ainda podem render excelentes leituras. Aqui vai um Top 5 com meus livros clássicos favoritos. Boa leitura!

5 - Frankenstein, de Mary Shelley



Durante uma expedição rumo ao Pólo Norte, a tripulação de um navio se depara com um homem moribundo à deriva no mar congelado, chamado Victor Frankenstein. Ele conta sua história ao capitão, revelando como a obsessão com a vida e a morte o levou a estudar ciências até se tornar capaz de criar uma criatura inteligente em seu laboratório. A narrativa prossegue relatando a série de eventos que levara criatura e criador a se voltarem um contra o outro.

Escrito pela britânica Mary Shelley em 1817 quando tinha apenas 19 anos, Frankenstein é uma das obras de maior influência na cultura pop. O livro conta uma história bem diferente daquela imortalizada pelo de filme de 1931, estrelado por Boris Karloff. Trata-se de um romance de terror gótico, que mostra os perigos de brincar de Deus. Apesar da idade, tem uma linguagem bem acessível para os dias de hoje.

4 - Crime & Castigo, de Dostoiévski



Conta a história de Raskólnikov, um jovem estudante de Direito que passa os dias vagando pelas ruas de São Petersburgo. Muito pobre e dotado de uma mente inquieta, é atormentado pelo impulso de realizar algum feito grandioso. Desesperado para resolver os problemas financeiros da família, elabora e executa um plano extremo: assassinar e roubar uma velha agiota. Atormentado por sua consciência, ele passa a transitar em um cenário repleto de figuras trágicas, mas notáveis.

Publicada em 1866, Crime & Castigo é considerada uma das maiores obras literárias de todos os tempos, e por bons motivos. Mais que um drama, o livro é um verdadeiro estudo sobre a alma humana e o existencialismo. Através dos personagens, Dostoiévski faz ensaios sobre espiritualidade, ganância, sanidade, amor e outros temas. Uma leitura complexa, mas muito instigante.


3 - Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis



Após a morte, o figurão Brás Cubas decide contar ao leitor sua autobiografia, narrando sua trajetória como membro de uma típica família de elite do Rio de Janeiro do século 19. As festas da alta sociedade, a relação com a irmã, a amizade com o filosofo Quincas Borba e o romance secreto com a esposa de um político são apenas algumas das passagens que o defunto-autor narra com a "pena da galhofa".

Lançado originalmente como um folhetim em 1880, Memórias Póstumas de Brás Cubas é considerado o marco inicial do realismo no Brasil, devido a sua linguagem ácida e sem rodeios. Sem falsos idealismos, Machado nos mostra a luta de classes, o adultério e a mesquinharia sob o ponto de vista irônico e pessimista do personagem principal. O livro ainda se destaca por romper com a narrativa linear e com as estruturas tradicionais dos romance da época.

2 - Drácula, de Bram Stoker



A história começa quando o corretor imobiliário Jonathan Harker viaja para se encontrar com o Conde Drácula, uma misteriosa figura que vive em um castelo no coração da Romênia e deseja comprar terras em Londres. Logo, o corretor percebe que há algo de sobrenatural em Drácula, mas já é tarde para impedi-lo de chegar à Inglaterra e aterrorizar Mina, noiva de Harker e sua amiga, Lucy. Liderados pelo professor Van Helsing, um grupo de homens começa uma caçada ao vampiro.

Bram Stoker não criou os vampiros, mas seu romance de 1879 redefiniu para sempre a nossa visão sobre essas criaturas. Narrado através dos relatos de diferentes personagens, mostra um conflito entre o racional e o sobrenatural, pontuado com momentos de terror e sensualidade, embora nem sempre narrados de forma direta. Com um estilo detalhista e envolvente, Drácula não perdeu nada do clima de mistério original.

1 - Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas



Sonhando com uma vida emocionante, o jovem espadachim d'Artagnan deixa sua terra natal rumo à Paris para se tornar mosqueteiro. Após uma série de incidentes, torna-se amigo inseparável dos mosqueteiros Athos, Porthos e Aramis. Entre as maiores aventuras dos quatro companheiros estão os confrontos com os guardas cardinalícios, uma jornada à Londres para proteger a honra da rainha da França e a participação na guerra contra os ingleses, sempre sob a sombra do ardiloso Cardeal Richelieu e de sua espiã, a sedutora e diabólica Milady de Winter.

Essa história de 1844 é tão enraizada em nossa cultura que é impossível nunca ter ouvido o lema dos mosqueteiros. Ao contrário do que muitos pensam, a obra não é feita apenas de heróis galantes, aventuras e duelos de espada. As adaptações costumam deixar de fora elementos importantes da trama como o jogo de poder, as intrigas amorosas e certas atitudes policamente incorretas dos quatro heróis. Com uma linguagem acessível e um ritmo eletrizante, Os Três Mosqueteiros é uma leitura mais do que recomendada!

7 de set. de 2013

Top 5 - Heróis que poderiam virar série de TV

Agents of SHIELD, o seriado que expande o universo Marvel dos cinemas para a TV está chegando! A estréia nos Estados Unidos será no próximo dia 24 e dois dias depois (26/09) chega ao Brasil pelo canal Sony. Que melhor momento para falar sobre essa velha parceria entre heróis e telesséries?

Muitos shows já levaram os supers às telinhas. Entre essas produções podemos encontrar clássicos como Adventures of Superman (1951), o icônico Batman (1966) e O Incrível Hulk (1978); pequenas pérolas como Mulher-Maravilha (1975) e Lois & Clark: The New Adventures of Superman (1994); além de algumas bolas fora como Witchblade (2001) e Birds of Prey (2002); até chegarmos aos tempos recentes com o sucesso Smallville (2001), o seriado Arrow (que estreou no anos passado e vai para a segunda temporada) e o já citado Agents os SHIELD.

Aproveitando a deixa, fiz um ranking com cinco heróis que eu acredito que poderiam render boas séries de TV. Essa lista segue dois critérios: primeiro, tem que ser algo dentro da realidade de um seriado, e o segundo é que esse herói nunca tenha estrelado seu próprio show antes.

Deixe nos comentários se você concorda com a lista ou se acha que alguém ficou de fora, afinal, todos sabem que listas só servem mesmo para gerar discussão

5. Manto & Adaga

Tandy Bowen, a Adaga, possui o poder de disparar adagas de luz que podem ser usadas em ataque, mas também podem curar; Ty Johnson  pode se teletransportar usando seu manto negro e também projetar uma onda de sombra. Ambos são mutantes que tiveram seus poderes despertados após usarem uma droga experimental. A dupla teve um pico de popularidade nos anos 80, hoje não são tão conhecidos, mas ainda tem potencial.

Como ex-viciados, as histórias de Manto & Adaga abordam a questão do vício na adolescência e da criminalidade nas ruas. Uma série estrelada pelos dois deveria se focar mais no drama dos personagens do que no uso de poderes, além de trazer um óbvio contexto social.

4. Red Sonja

Quando sua família foi atacada e morta, Sonja foi abençoada por uma deusa, ganhando uma habilidade insuperável com a espada, mas há uma condição: ela só pode se entregar a um homem se ele a derrotar em combate primeiro ou perderá as bençãos da deusa. Sonja vive em um mundo dark fantasy cheio de feiticeiros malignos, bestas antigas e reis ambiciosos. Não estranhe se parece com Conan, de fato, os dois pertenceram ao mesmo universo durante muito tempo.

O sucesso de Game of Thrones mostra que séries de fantasia adulta podem emplacar e já que é assim, por que não uma série estrelada por um heroína forte e sensual, com uma pouco mais de ação do que GoT? Desde que se mantenha o clima maduro das histórias.

3. Demolidor

Ainda criança, Matt Murdock sofreu um acidente que lhe tirou a visão, mas aguçou seus demais sentidos e ainda fez com que ele desenvolvesse um apurado sentido de radar. Na vida adulta, Murdock divide seu tempo como o herói Demolidor e como um brilhante advogado. O Homem Sem Medo é um herói de muitas faces, mas na maior parte do tempo ele combina o lado sombrio do Batman com a irreverência do Homem-Aranha.

Sendo um herói urbano, Demolidor enfrenta vilões relativamente normais, como a ninja Elektra e o Rei do Crime, mas como também é advogado, uma série do herói apresentaria uma mistura perfeita entre uma trama realista, com espaço para dramas de tribunal e as alegorias dos supers.

[AT] Pouco depois da série do Constantine, foi confirmada a série do Demolidor, com produção do Netflix. [fim da AT]

2. Constantine

John Constantine teve uma vida tumultuada desde o início. Sua mãe morreu ao dar a luz, o pai alcoólatra foi preso, seu irmão gêmeo o odiava. Em meio a tudo isso, John descobriu ter uma aptidão natural para magia. Mais velho, ele saiu em viagem pelo mundo, aprendendo tudo que podia sobre ocultismo e satanismo, tornando-se um detetive do sobrenatural e um dos maiores magos do mundo, além de ser um fumante incorrigível e um trapaceiro sem igual. Para ele, os fins justificam os meios.

Não é difícil imaginar uma série de TV estrelada por Constantine à la Supernatural. Mas para uma adaptação fiel às HQs seria importante ter uma classificação mais alta (e não 13 anos, como o filme de 2005), afinal demônios, sexo e magia negra fazem parte do cotidiano de John.

[AT] Cerca de três semanas após essa postagem, foi noticiado que Constantine vai mesmo ser adaptado para a TV. Os roteiros serão de David S. Goyer [fim da AT]

1. Justiceiro

Após sua esposa e filhos serem brutalmente assassinados, o veterano do exército Frank Castle começou uma guerra particular contra a mafia e o crime organizado como o anti-herói Justiceiro. Em sua jornada para limpar as ruas, Castle utiliza de qualquer meio necessário: assassinato, tortura, extorsão, suborno e o que mais for preciso para aplicar sua filosofia: bandido bom é bandido morto. Graças a seu treinamento militar, o Justiceiro é um especialista em táticas de guerrilha e em inúmeras armas de fogo.

Justiceiro encabeça essa lista por ser o herói mais facilmente adaptável para uma série de TV. Seus inimigos são criminosos em geral, policiais corruptos, traficantes e qualquer um que se envolve em atividades ilegais. Após três tentativas mal-sucedidas no cinema (apesar de eu ter curtido o filme de 2004, estrelado por Thomas Jane), talvez seja a hora de uma chance na telinha. Também seria um sopro de novidade para o desgastado gênero das telesséries policiais.